palavra é condição
Escrever nunca foi uma escolha casual, mas a ferramenta que encontrei para dar contorno ao mundo e organizar os ecos de dentro e de fora. Nascido no alto sertão da Paraíba e radicado em João Pessoa, utilizo as palavras há mais de uma década como matéria-prima de construção. Para mim, a escrita não se limita ao papel; ela é uma forma de escuta antropológica e um exercício constante de tradução da essência em linguagem, seja ela literária, estratégica ou sonora.

LUAN BARBOSA
A minha jornada com a poesia começou ainda aos 15 anos , amadurecendo em obras de resistência editorial como os livros A Maré Que Me Arrasta e Geografia da Falta.
Na prosa longa, sou autor de Cabrita da Peste , um romance contemporâneo que subverte os estereótipos regionais para dissecar a ansiedade e a apatia da geração millennial. Acredito numa literatura que não se conforma, que dói e que faz rir para não chorar, sempre fugindo das respostas fáceis.
Longe das páginas dos livros, construí uma trajectória sólida no mercado publicitário, liderando equipas criativas e actuando como ghostwriter para lideranças de alto nível.
Sou Mestre em Comunicação pela UFPB, onde investiguei as narrativas de invisibilidade das culturas periféricas — uma base académica que hoje aplico na curadoria de conteúdos para lendas da música, grandes festivais e marcas premium. O meu trabalho é garantir que a estratégia comercial nunca mate a alma da comunicação.
A Casa de Palavras é o ponto onde o fôlego da literatura independente encontra a visão tática de quem entende de performance. Não acredito em textos genéricos ou narrativas pasteurizadas por algoritmos. O meu compromisso é com a verdade da mensagem e com a criação de diálogos que realmente permanecem.
Seja a desenhar o tom de voz de uma marca ou a hackear a tecnologia para materializar sentimentos no laboratório musical, o objectivo é um só: garantir que a intenção original chegue intacta ao outro lado.